Forte
A base de tudo. Protege-te de lesões e torna cada passada mais económica.
Coaching 1:1 para quem não quer escolher entre o ginásio e a corrida, o campo ou a prova. Força e endurance no mesmo plano, ao mesmo tempo.
O que é um atleta híbrido
Em Portugal ainda se treina em caixas. Ou és do ginásio, ou és da corrida. Ou fazes força, ou fazes cardio.
Eu acho que isso é coisa do passado. Se jogas futebol e fazes força, já és híbrido. Se corres e queres ganhar músculo, também. O que falta é um plano que junte as duas coisas sem uma estragar a outra. É isso que eu quero trazer para cá.
Lucas
A base de tudo. Protege-te de lesões e torna cada passada mais económica.
Produzir força depressa. Nota-se no sprint, no salto e na cadência.
Volume aeróbio encaixado à volta da força, ajustado ao teu desporto.
Há ótimos personal trainers e ótimos treinadores de corrida. O problema é quando tens um plano de cada lado e ninguém olha para os dois juntos.
| Personal trainer de ginásio | Plano de corrida | Comigo | |
|---|---|---|---|
| Força máxima e técnica | Sim | Pouco | Sim |
| Endurance e zonas de treino | Pouco | Sim | Sim |
| Pliometria e potência | Às vezes | Às vezes | Sim |
| Gestão da fadiga entre força e endurance | Não | Não | É a base do método |
| Plano à volta do teu desporto e calendário | Raramente | Só da corrida | Sim |
| Vivido na pele | — | — | Ironman 70.3 sem largar o ginásio |
"Se fizeres força, ficas pesado e lento a correr." Ouço isto todas as semanas.
Não corres mais devagar por seres forte. Corres mais devagar por não seres forte que chegue.
Não vamos treinar mais. Vamos treinar com um plano que respeita os dois lados do atleta híbrido. Isto é exatamente o que vais encontrar no teu acompanhamento.
Força
para a
resistência
A tua força máxima determina o teu potencial de força rápida e de força de resistência. Treino de força bem feito não mata o teu endurance. Potencia-o. Mais economia de corrida, menos lesões, mais potência na passada.
Primeiro constrói-se a base
Só quando a base está pronta
Encaixado à volta da força
O mesmo princípio, semanas diferentes. Escolhe o teu perfil para veres um exemplo. O teu plano real é feito à tua medida.
Construir, subir a fasquia, consolidar. A semana 8 não é preguiça. É a que fixa os ganhos das 7 anteriores.
Semanas 1–4. O corpo adapta-se a fazer as duas coisas. Força com carga estável, endurance em Zona 2 a subir aos poucos.
Semanas 5–7. Cargas mais perto do limite, entra a pliometria, intervalos e treino longo.
Semana 8. Volume a metade.
Nada disto é sobre treinar menos. É sobre gerir melhor.
No mínimo, quando caem no mesmo dia. Se não der, vão para dias diferentes.
O dia de agachamento pesado fica longe do treino de endurance mais duro da semana.
O volume de corrida sobe aos poucos. Nunca mais de 10% de uma semana para a outra.
Nos primeiros 30 a 60 minutos. Repor glicogénio protege o músculo que construíste.
Duas sessões full body bem feitas, com cargas a sério. Sem séries extra só porque sim.
E se estiveres muito cansado a meio, corta-se volume antes de se cortar intensidade.
O mesmo exercício dá resultados diferentes se for feito com intenção ou só para cumprir.
Controlas o peso. Mais tempo sob tensão, mais controlo das articulações, menos lesões.
Mesmo com carga pesada. É a intenção de ir rápido que recruta as fibras rápidas e faz a ponte para a potência.
Sem dietas restritivas. Um atleta híbrido gasta muito, e comer pouco é dos erros mais comuns.
Carne, peixe, ovos, arroz, batata, fruta, legumes. Ultraprocessados são exceção.
Em todas as refeições, repartida por 4 a 5 ao longo do dia.
Mais nos dias de treino duro, antes e depois de treinar. Menos no descanso.
Os pilares em 80% das refeições. Sem culpa nos outros 20%.
Três sítios, um plano. Nunca ficas sem saber o que fazer nem porquê.
Ironman 70.3 Cascais · 2026
113km
Quem sou
Sou o Lucas. Passei anos no futebol federado, rompi o ligamento cruzado e o menisco, e percebi na recuperação que o corpo aguenta muito mais do que pensamos, desde que a carga seja bem gerida.
Hoje estudo Ciências do Desporto, já trabalhei como preparador físico e treino para Ironman sem largar o ginásio. Tudo o que te vou ensinar é o que uso em mim.
A minha filosofia
Não treino para um verão nem para uma prova. Treino para ser forte, rápido e resistente aos 21, aos 40 e aos 60. É isso que quero passar a quem acompanho.
Mensagens reais de atletas que acompanho e de quem segue o meu conteúdo.




Leio todas as candidaturas. Se fizer sentido, falo contigo por WhatsApp para marcarmos uma chamada. Vagas limitadas para conseguir acompanhar cada atleta de perto.
Carrega no botão para enviares a tua candidatura pelo WhatsApp. Respondo-te normalmente em 24 a 48 horas.
Se o WhatsApp não abrir, copia o texto e envia para +351 932 520 089.
Depende do teu objetivo e do nível de acompanhamento. Falamos sobre isso na chamada, depois de perceber se encaixamos.
Não, se a recuperação, os hidratos depois de correr e o volume de ginásio forem bem geridos. A maioria perde músculo por gerir mal isto, não por correr.
Podes, com pelo menos 6 horas entre os dois. Se não der, separamos por dias.
Não. O plano é feito à volta do teu calendário de treinos e jogos para não acumulares fadiga.
Sim. O primeiro bloco existe precisamente para criar a base. O plano começa onde tu estás.
Ajuda, mas o plano adapta-se ao material que tens.
O compromisso mínimo é de 3 meses. É o tempo para veres mudanças reais em força e endurance.
Pronto para
não escolher?